Uma análise realizada pelo Sebrae revela que a maioria esmagadora, 83% dos pequenos negócios no Brasil, não tem ciência de registrar o nome de suas marcas. Esse levantamento envolveu 4.002 empresários, evidenciando um cenário onde, embora a maioria das empresas utilize um nome fantasia, uma parcela mínima, apenas 19%, buscou oficializar seu registro junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), responsável por garantir a exclusividade de uso para produtos ou serviços.
A Importância do Registro: Exclusividade e Proteção
Dentre as microempresas (ME), o uso do nome fantasia é predominante, representando 84% das pesquisadas. Os microempreendedores individuais (MEI) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) também adotam essa prática, com 68% e 83%, respectivamente.
Apenas 34% dos entrevistados buscaram informações sobre o registro da própria marca, sendo o menor percentual entre os MEI (21%) e estabelecimentos comerciais (30%).
Desafios e Motivos: Por Que as Empresas Não Registram suas Marcas?
Apesar disso, 81% dos entrevistados ainda não formalizaram seus pedidos de regularização no INPI, justificando que nunca precisaram, nunca pensaram nisso, não sabiam da necessidade de registro, desconhecem o processo ou os custos são considerados altos.
A Marca como Ativo Empresarial e a Parceria do Sebrae com o INPI
A marca desempenha um papel crucial para empresas e produtos, atraindo e fidelizando os consumidores. O registro da marca garante ao titular o direito de uso exclusivo no território nacional por 10 anos, prorrogáveis por sucessivos períodos de 10 anos. Essa parceria do Sebrae com o INPI busca estimular o registro de marcas, oferecendo descontos e simplificando procedimentos para os pequenos negócios.
Conclusão: Proteção e Valorização do Seu Negócio
É essencial que os empreendedores, principalmente os do setor da indústria e construção civil, reconheçam a importância de proteger sua marca, evitando impedimentos legais e consolidando sua identidade no mercado.
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